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Turismo: Interior: VALE DO PARAÍBA/VALE HISTÓRICO

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No extremo leste do território paulista, algumas cidades oferecem o sossego do interior, um secular patrimônio arquitetônico e clima agradável de montanha.

Atualmente, essa região é muito procurado durante os meses de inverno, período em que ocorrem os festivais de inverno. Informações sobre a programação podem ser encontradas no site do Circuito do Vale Histórico.

Cunha

Cunha apresenta um legado de costumes e tradições características do ritmo lento da vida no campo. As estradinhas de terra que cortam sinuosamente a natureza são margeadas por residências humildes onde vive o povo Cunhense. Um passeio pelas ruas da cidade é um convite à tranqüilidade. Palco das principais festas religiosas da tradição católica, conserva sua feição caipira e rural. O destaque fica para a Festa do Divino, sempre esperada para o mês de julho, a festa atrai multidões para as novenas e festejos, como Congada, Moçambique e Jongo. Destaca-se, também, a cerâmica de alta temperatura, que tem atraído muitos turistas.

Cunha abriga o mais criativo centro de cerâmica de alta temperatura do país. Os ceramistas utilizam a técnica Noborigama, arte milenar japonesa que transforma o barro em pedra em fornos que chegam a atingir 1.350ºC.

Além da zona rural com paisagens extremamente verdes, o município de Cunha oferece dois parques na área territorial: o Parque Estadual da Serra do Mar e o Parque Nacional da Bocaina.

Vista aérea de Cunha

ATRAÇÕES E PONTOS TURÍSTICOS

Parque Nacional da Serra da Bocaina

O Parque Nacional da Serra da Bocaina possui várias cachoeiras com águas frescas e cristalinas como a cachoeira de Santo Izidro, do Veado, das Posses e do Paredão, mirantes e trilhas seculares calçadas pelos escravos com pedras de rio, utilizadas pelos tropeiros, no início do século XVIII para transportar o ouro de Minas Gerais para os portos de Mambucaba e Paraty.

Pedra da Marcela

A Pedra da Macela está a 1.840 metros de altitude na divisa dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. No topo da Pedra tem-se uma vista de 360º da região de Cunha e em dias claros avistam-se a Ilha Grande e as baías de Angra dos Reis e Paraty. No local não há nenhuma infra–estrutura de visitação.

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São José do Barreiro

São José do Barreiro está entre aquelas localidades que atraem por sua beleza natural composta por trilhas na mata, cachoeiras, áreas verdes, doces, comida caseira e a hospitalidade característica do interior paulista.

Ainda no século XVIII, descendo a serra da Mantiqueira em direção ao porto da Mambucaba, o capitão Fortunato Pereira Leite e seu cunhado João Ferreira de Souza, com seus familiares e agregados vindos de Pouso Alto, se detiveram nas proximidades de um atoleiro de difícil passagem.Aí fundaram um arraial onde, em 1820, foi erguida uma capela dedicada a São José, passando o povoado a ser conhecido com São José do Barreiro, nome que conservou ao ser elevado à vila em 1859.

Em São José do Barreiro se abriram inúmeras fazendas para o plantio de café, o que trouxe grande desenvolvimento à cidade, cujas casas e sobrados são hoje marcos da época em que o Município ocupou lugar importante na cafeicultura paulista.

Também encontra-se a maior queda d'água do Estado: a Cachoeira dos Veados, com 200 metros de altura.

Praça de São José do Barreiro

ATRAÇÕES E PONTOS TURÍSTICOS

Fazenda Pau d'Alho

Localizada a 3 km da cidade, a Fazenda Pau D'alho foi construída por volta de 1817 por João Ferreira de Souza, fundador de São José do Barreiro e que no ano de 1822 iniciava na fazenda o plantio de café. D. Pedro I, em viagem que antecedeu a independência do Brasil, chegou em 17 de agosto de 1822 na Fazenda Pau D'alho, onde foi recebido com um grande jantar.

O conjunto arquitetônico da fazenda foi tombado pelo Patrimônio Nacional e Estadual em 1968; restaurado, hoje é um marco histórico que se destina a atividades culturais e ecológicas.

Pico do Tira Chapéu

2088 metros de altitude, enormes cachoeiras e corredeiras formadas pelas águas dos Rios Paraíba, Mambucaba, Bananal, Paca Grande e do Braço.

Represa do Funil

Formando imenso lago, é concorrida área de lazer para pescaria, com ocorrência de tilápias, tucunarés, Lambaris, entre outros, natação e esportes náuticos como ski, jet-ski, passeios de lancha, caiaque, etc. Permitindo ainda o acesso à Resende, até o Clube Náutico. A represa fica a 6 km do centro de São José do Barreiro.

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Bananal

Em Bananal, os barões do café formavam a elite do Império. Hoje, é possível admirar os belos sobrados da cidade e os casarões históricos das fazendas da região, além da beleza da Serra da Bocaina. Os locais imperdíveis para se conhecer em Bananal são a sua antiga Estação Ferroviária e a Pharmácia Popular, aberta desde 1830.

Para conhecer a natureza do local, a Estação Ecológica de Bananal, que fica a 25 km do centro histórico, possui uma área de 884 hectares que abriga remanescentes da mata atlântica.

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Queluz

Originou-se Queluz de um aldeamento de índios puris, criado no ano de 1800. A aldeia cresceu em torno de uma capela, onde hoje se ergue a igreja matriz.

O município desenvolveu-se com a cultura do café, que aí deixou importantes marcos culturais, como as sedes ainda existentes das fazendas do Sertão, São José, Restauração, Bela Aurora, Regato, Cascata e outras.

Os turistas podem apreciar essa pacata cidade e admirar as construções históricas, o Mirante do Cristo e a Bica da Pedrinha (fonte de água pura e cristalina).

Queluz também é a cidade com o pico mais alto do Estado de São Paulo, a Pedra da Mina.

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Silveiras

Silveiras surgiu ao final do século XVIII em torno de um rancho de tropas da família Silveira. Historicamente famosa pelo tropeirismo, a cidade faz o resgate do seu passado através da gastronomia e festas tradicionais, como a Festa do Tropeiro, evento que ocorre sempre no mês de agosto.

Suas cachoeiras e o Parque Nacional da Serra da Bocaina são alguns dos seus atrativos turísticos. Também é o local da Fundação Nacional do Tropeirismo (onde se realiza cursos e eventos sobre o assunto) e a Trilha da Independência (com diversos marcos do tropeirismo).

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